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na rede a lua na sua a sede perfuma despede uma duna cede
Escrito por Priscila Reis às 22h31
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eu só posso pedir pra que pare por favor pare de machucar, estou dolorida eu só posso pedir para que reflita nada disso tem sentido, não siga cuide da sua alma, lave sua vida eu te ajudo com as feridas mas pare de estragar uma história tão bonita!
Escrito por Priscila Reis às 23h31
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aqueles olhos não mais a face agora é quente e o coração apertado.
Escrito por Priscila Reis às 00h26
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nos livros, nos discos, na poeira, hoje estou embolorada o rádio tem o seu encanto ao lado do relógio. o velho me parece cada vez mais novo envelheço o papel tem mais valia a vitrola mais sabor a ruga, saudade dos minutos faceiros dos anos passarinhos da menina do vestido rendado. um brinde ao denovo com a beleza do antes e a possibilidade do depois Lisboa 2010
Escrito por Priscila Reis às 16h55
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Picinguaba 2010
doce é o suspiro da brisa que graceja nos ouvidos "VEM"
Escrito por Priscila Reis às 23h13
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quer me dar um presente de natal? oba, eu quero respeito!
Escrito por Priscila Reis às 19h07
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para os pés, correria para as mãos, carinho e para os olhos, colírio o amor é para todos para os loucos, atitude para os fracos, alegria e para sempre, amizade o amor é para quedas para lembrar, beijo para sonhar, boa noite e para acordar, bis o amor é pra tudo, é para todos
Escrito por Priscila Reis às 18h30
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deixo aqui minha marca junto com as roupas, a etiqueta sem jeito, sem moda acomodada e pelada tem manchas que nem esfregando sai melhor deixar o tempo amarela e a gente esfrega no sol na cara na mão tá se enxerga me enxuga o resto é malha pra esquentar o coro pra alimentar o corpo pra sossegar a alma 
Escrito por Priscila Reis às 02h47
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é preciso ter cuidado não deixar estragar as coisas senão tudo fede e então vc está fudida. ser mulher não é fácil
Escrito por Priscila Reis às 01h45
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descobri que meu bicho dorme quando é verão e no inverno acorda com fome de batalhas de conflitos tristes e efusivos. decobri que minha generosidade termina quando me sinto tola e perdida descobri que a idade passa, mas a maturidade pode ir embora antes de amanhecer descobri que nunca existi. que já morri aqui junto com a fé, com todos os pecados inventados pra me julgar, com todos os santos que não quiseram me apadrinhar, com todos os planos de liberdade à prestação. sou mais impura agora. sou areia com farinha e oleo diesel me coma se for capaz.
Escrito por Priscila Reis às 22h24
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seus olhos mareiam minha chegada. eu já não sei o que finjo, se sou estrela do mar, ou um copo de agua, por tanto amor que desfaleço, não sou mais nada e nem tem mais sentido voltar. meu copo está vazio e você me enche cada vez que caio em ti. és puro quando escolhe desatenção. estrelas marinhas não caem. elas dormem cobertas de luz, sal, areia e se embalam em ondas afoitas para meter-se terra adentro. quando em noites frias sussura palavras febris não tremes, és puro quando escolhe desatenção. emaranhe antes de acordar amanhã emaranhe antes de percorrer sete mares emaranhe em mim sua terra. é lá que aceito ser sereia.
Escrito por Priscila Reis às 01h17
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compartilhar idéias conectar você no meu perfil seja bem vindo entre me veja mas seja você o que planeja na foto ou no fato mantenha contato experimente saia da sala arraste os pés noutra pagina em outros sítios salve seu endereço voce pode perder a chave de segurança mas nunca a chave de casa
Escrito por Priscila Reis às 00h15
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boa noite saudade do azul da aurora boreal e do sol incandescente me ilumina dia pra eu ser à noite 
Escrito por Priscila Reis às 02h28
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(foto Vânia)
Tudo é canto. Os sons se sacodem, berram, lutam, arrebentam no ar sonoro dos ventos, vaias, klaxons, aços estrepitosos. Dentro dos sons movem-se cores, vivas, ardentes, pulando, dançando, desfilando sob o verde das árvores, em face do azul da baía no mundo dourado. Dentro dos sons e das cores, movem-se os cheiros, cheiro de negro, cheiro de mulato, cheiro branco, cheiro de todos os matizes, de todas as excitações e de todas as náuseas. Dentro dos cheiros, o movimento dos tatos violentos, brutais, suaves, lúbricos, meigos, alucinantes. Tatos, sons, cores, cheiros se fundem em gostos de gengibre, de mendubim, de castanhas, de bananas, de laranja, de bocas e de mucosas. Libertação dos sentidos envolventes das massas frenéticas, que maxixam, gritam, tresandam, deslumbram, saboreiam na unidade do prazer desencadeado.” (Graça Aranha)
Escrito por Priscila Reis às 00h00
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amortecendo a queda coberta de pelos espero alvorada pulsilânime amordaço crua sua pilhéria minha piada faz um favor me pindura no muro pra ver se eu viro concreto
Escrito por Priscila Reis às 23h13
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