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não se mede amor por carinho nem poesia por palavras ama se com a dosagem infinita toma o remédio e joga a bula fora o que sobrar do verso é efeito colateral
Escrito por Priscila Reis às 15h15
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no absoluto, o silencio entre o mistério que se opõe à fábula do pensamento: todo o todo encontra sua parte em algum lugar arre! psil! a vida é infinita demais de poesia pra se limitar na terra arredia.
Escrito por Priscila Reis às 01h39
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sobre amor e dor ( samba em construção)
dor só sente quem dá sofrimento só recebe quem gosta então deixa o coração bater e a saudade machucar que dor de amor é sofrer em vão é acordar dentro do sonho sem mochila no avião é viajar sem ter passagem entre livros e paisagens descobrir um furacão e encontrar na sua vida um bilhete só de ida indincando a contra-mão pra entender que o que sinto é amor pode matar pode viver 
Escrito por Priscila Reis às 18h23
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fé eu vejo no olhar de quem acredita redundância talvez incredulidade para ter fé é preciso mover montanhas ou carregar a terra?
Escrito por Priscila Reis às 17h06
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a verdade está crua distorcida e insegura no sangue dos fiéis jorram pecados e culpas quantas pessoas ainda morrerão em nome de Pai. (pausa. o ator deve parecer pálido, estúpido e feliz. lembra de respirar. uma breve tossida acompanhada de risos incontroláves) obscuros sentimentos imorais a mente inquieta procura um lugar vazio pra discorrer sobre o futuro indeterminado achou apenas sucrilhos, atum em lata e café lavagem estomacal produz borboletas na barriga a leitura é porrada, mas o analfabetismo letrado é guerra libertas quae sera tamem
Escrito por Priscila Reis às 01h00
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se tu vem as quatro ja as tres começo a cantar arrumo meu coração com a veia saltando na meia e a artéria pedindo paixão agora se tu vem às cinco...
Escrito por Priscila Reis às 01h09
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cheiro de fambroesamaresiacachoeiraterrapoeirapópédor quem me cheira não sabe sabor do salgado que desliza na face nem do amargo que fica na língua
Escrito por Priscila Reis às 23h50
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às vezes dói perder a alma quando persiste o erro amor tecendo em vida
às vezes a vida cansa sempre na contramão amor tecido no vazio 
vago, amargo precisa-se do nada pra que tudo esteja à venda
Escrito por Priscila Reis às 00h56
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alguém pode me dizer onde estão as flores???
Escrito por Priscila Reis às 15h19
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medo do mal da decisão do atraso do bem de Deus da cuca do salário do leao medo da moral do profano da lei da queda de apanhar de bater do poder do dedo-duro
medo do canal da barata do motorista da crítica do oposto da risada do tarado do pastor medo da TPM do PDT do SBT da LBV do 171 do 175 do ISS do SPC de sofrer de morrer e de continuar vivendo tirando isso tenho medo de você
*-*
Escrito por Priscila Reis às 02h02
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olhe pra frente o passado não é mais como era antigamente olhe adiante eu fui mas não sou a qualquer instante de uma vida mal passada guardo apenas uma via amassada e o futuro que agora já me passa 
foto: Rodrigo Silva
Escrito por Priscila Reis às 01h04
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Sempre Sônia Sônia está aqui, ali, em toda parte ! E tem o seu próprio blog dá uma olhada http://soniasempresonia.wordpress.com/ 
foto: Vanessa Cabral
Escrito por Priscila Reis às 20h28
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desligue seu PC e vá ler um livro !
Escrito por Priscila Reis às 00h47
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AGORAFOBIA II medo de errar tá aqui ó escrevendo escritos redundantes: só repete, é isso . e isso me faz querer errar de novo. errare humanum est. está escrito eu nada sei e sei que nada sei.isto é, eu sei . resumindo, a idade da emoção é um plágio. alguém que não era eu escreveu por mim e usou minhas próprias palavras. sei que ela se passou por mim, leu sartre e disse: vá, você está na idade! com o coração aos pulos, pensei: IUPI ! navegar é preciso, viver não é preciso... e foi justamente essa imprecisão que me propos revelar exorbitantes palavras " por favor, um café pra madama" essa imprecisão que me faz colocar a cara a tapa "pode bater, mas bata com força! rs medo de errar me fez continuar quando o que eu mais queria era correr gritando alalaô! MEDO DE ERRAR TÁ AQUI Ó ABAIXO!está bem abaixo, debaixo do baixo, muito mais embaixo,no abismo. era o que ia dizer. a idade já era. 
Escrito por Priscila Reis às 00h42
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espaço cênico urbano ser a moldura e o quadro. traduzir e transmitir dentro e fora sem sair . se essa rua fosse minha eu valsaria até morrer 
Escrito por Priscila Reis às 02h04
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